Miguel Calmon: restauração ambiental

A restauração ambiental de um ecossistema representa custos ou investimentos?

Neste vídeo, o agrônomo e doutor em ciências do solo Miguel Calmon, explica a importância da restauração ambiental e se a mesma representa custos ou investimentos. “A degradação tem um custo muito alto para a sociedade, e esse custo deveria ser considerado quando se avalia se vale a pena ou não restaurar uma área. Nós temos hoje no Brasil, pelo menos, entre 40 e 50 milhões de hectares de áreas degradadas, com alto grau de degradação. Essas áreas não produzem produtos ou serviços. Muito pelo contrário, elas só causam prejuízos para a sociedade. Ou seja, a degradação é um mau negócio. E aí vem o outro lado da moeda. Vale a pena investir na recuperação dessas áreas? E a resposta mais simples é sim. Recuperação de áreas degradadas é um ótimo negócio, tanto para a produção de produtos, sejam madeireiros ou não madeireiros, que podem resolver questões de mercado de madeira, de segurança alimentar, de geração de renda, geração de emprego, então tem um valor agregado. Como, outra parte importante, a geração de serviços ambientais”, disse. O pesquisador faz parte da BPBES (Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos), um dos parceiros do Nexo Políticas Públicas.

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