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Programa de Pesquisas em Caracterização, Conservação, Restauração e Uso Sustentável da Biodiversidade

Sobre o BIOTA/FAPESP

O Programa de Pesquisas em Caracterização, Conservação, Restauração e Uso Sustentável da Biodiversidade (BIOTA/FAPESP) tem como objetivo conhecer, mapear e analisar a biodiversidade do Estado de São Paulo, incluindo a fauna, a flora e os microrganismos, mas, também, avaliar as possibilidades de exploração sustentável de plantas ou de animais com potencial econômico e subsidiar a formulação de políticas de conservação dos remanescentes florestais. O BIOTA/FAPESP é resultado da articulação da comunidade científica do Estado de São Paulo em torno das premissas preconizadas pela Convenção sobre a Diversidade Biológica, assinada durante a ECO-92 e ratificada pelo Congresso Nacional em 1994.

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contato: contato@biota.org.br

Coordenação

Carlos Alfredo Joly possui graduação em ciências biológicas pela USP (Universidade de São Paulo) (1976), mestrado em biologia vegetal pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) (1979), PhD em ecofisiologia vegetal pela Universidade de Saint Andrews, na Escócia (1982), e pós-doutorado pela Universidade de Berna, na Suíça (1994).

É professor titular em ecologia do Instituto de Biologia da Unicamp, membro titular da Academia Brasileira de Ciências, coordenador da BPBES (Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos) e membro do Painel Multidisciplinar de Especialistas da IPBES (Intergovernamental Platform on Biodiversity and Ecosystem Services) e do Comitê Científico do IAI (Inter-American Institute for Global Change Research).

Atua nas áreas de ecofisiologia vegetal e conservação da biodiversidade, tendo formado 50 mestres e doutores e publicado cerca de 100 trabalhos em periódicos científicos.

Editou 12 livros, com destaque para a série “Biodiversidade do estado de São Paulo: Síntese do conhecimento ao fim do século 20”, para o Inventário Florestal da Vegetação Nativa do estado de São Paulo, e para diretrizes para o livro “A conservação e restauração da biodiversidade no Estado de São Paulo”. O segundo livro foi adotado pelas secretarias do Meio Ambiente, da Agricultura e da Justiça de São Paulo para o aprimoramento da legislação de conservação e restauração da biodiversidade do estado.

Principal mentor do Programa BIOTA/FAPESP, coordenou o planejamento, a montagem e a implantação do programa de 1996 a 2004, tendo reassumido sua coordenação em 2009. No âmbito do programa, é também o editor-chefe da revista eletrônica Biota Neotropica.

Ganhou o Prêmio Henry Ford em 1999 (Iniciativa do Ano na Área de Conservação). Em agosto de 2002, foi agraciado com a Ordem do Mérito Científico, classe comendador. Em 2005, ganhou o Prêmio Ambiental von Martius da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, em 2007, recebeu a Menção Honrosa do Prêmio Jovem Cientista do CNPq e, em 2012, o Prêmio Muriqui da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.

Jean Paul Metzger é biólogo formado pela USP (Universidade de São Paulo) (1988), com especialização em manejo integrado de territórios pela Commission Française pour l’Unesco, em Paris (1990) e mestrado e doutorado em ecologia pela Université Paul Sabatier, em Toulouse, na França (1995).

É professor titular do Departamento de Ecologia da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de ecologia de paisagens e conservação, com ênfase no estudo de paisagens fragmentadas da Mata Atlântica, atuando principalmente com temas relacionados a conectividade biológica, restauração ecológica e serviços ecossistêmicos. Foi coordenador do curso de pós-graduação em ecologia da USP de 2012 a 2016.

É editor-chefe da revista Perspectives in Ecology and Conservation, membro do corpo editorial da Landscape Ecology e Current Landscape Ecology Reports e membro do Comitê Científico do Peld (Programa de Pesquisa Ecológica de Longa Duração) do CNPq. Foi vice-presidente da Iale (Associação Internacional de Ecologia de Paisagens) e primeiro presidente da seção brasileira da instituição.

Participou como autor principal do IPBES (The Intergovernmental Science-Policy Platform on Biodiversity and Ecosystem Services) nos diagnósticos sobre modelos e serviços ecossistêmicos, degradação das terras e restauração e do diagnóstico regional das Américas. É um dos coordenadores do diagnóstico brasileiro.

Luciano Martins Verdade é agrônomo pela Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo) (1985), mestre em ciência animal pela USP (1992) e PhD em Wildlife Ecology And Conservation pela Universidade da Flórida (1997), nos Estados Unidos.

Atualmente é professor associado da Divisão de Funcionamento de Ecossistemas Tropicais do Cena-USP (Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo).

Pesquisa atualmente na área de ecologia aplicada, com especial interesse em manejo de fauna em paisagens agrícolas e processos adaptativos de vertebrados a alterações antrópicas.

Roberto Gomes de Souza Berlinck é químico formado na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) (1987) e doutor em química pela Université Libre de Bruxelles, na Bélgica (1992). É livre-docente pelo Instituto de Química de São Carlos da USP (2001). Atualmente é professor associado do Instituto de Química de São Carlos.

Realizou estágio de pós-doutorado, na qualidade de professor visitante, na University of British Columbia, em Vancouver, no Canadá, entre 1997 e 1998, voltado para a descoberta de inibidores de pontos de checagem do ciclo celular de células tumorais, a partir de invertebrados marinhos.

Recebeu o prêmio Fundação Oswaldo Cruz Grupo SEM – Sigma Pharma de Ciência e Tecnologia em Saúde em 2000 e o prêmio Matthew Suffness outorgado pela American Society of Pharmacognosy Foundation da American Society of Pharmacognosy em 2002.

É membro da Sociedade Brasileira de Química, da American Society of Pharmacognosy, nos EUA, e da Royal Society of Chemistry, no Reino Unido.

Simone Aparecida Vieira é engenheira agrônoma formada pela Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo) (1990), com mestrado em ciências florestais pela Esalq-USP (1998), doutorado em ciências pelo Cena-USP (Centro de Energia Nuclear na Agricultura da USP) (2003) e pós-doutorado pelo Cena-USP (2004-2008) e pela Universidade de Lisboa, em Portugal (2008-2010).

É pesquisadora do Nepam (Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais) da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e uma das coordenadoras do Leme (Laboratório de Ecologia e Manejo de Ecossistemas), sendo docente dos programas de pós-graduação em Ambiente e Sociedade, Ecologia e Biologia Vegetal.

Tem experiência em ecologia de ecossistemas, e um dos principais temas de sua pesquisa tem sido o funcionamento dos ecossistemas brasileiros, especialmente das florestas Amazônica e Atlântica, em termos do ciclo biogeoquímico, incluindo aqui a estrutura e a dinâmica da floresta e suas implicações no ciclo do carbono.

É editora de área da revista PeerJ-Bio, membro associado do Centre for Ecology, Evolution and Environmental Changes da Universidade de Lisboa, em Portugal, e expert da UNFCCC (Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas).

Vanderlan da Silva Bolzani é farmacêutica graduada pela Faculdade de Farmácia da UFPB (Universidade Federal da Paraíba) (1973). É mestre em química orgânica (1977) e doutora em ciências (1982) pelo IQ-USP (Instituto de Química da Universidade de São Paulo).

Fez pós-doutorado no Departamento de Química no Instituto Politécnico e Universidade Estadual da Virgínia, nos Estados Unidos, com bolsa Fapesp, de 1992 a 1994. Foi bolsista do DAAD em 1990. É livre-docente pelo Instituto de Química da Unesp (Universidade Estadual Paulista) (1996) e foi professora titular da mesma instituição em 2005. Foi professora convidada da Sorbonne, Paris VI, em 2011.

Foi chefe do Departamento de Química do IQ-Ar por dois mandatos consecutivos (2000-2004), membro do Conselho Universitário da Unesp (2002-2006) e do Conselho de Pós-Graduação (2002-2004). Foi vice-presidente (2004 a 2008) e presidente (2008-2010) da Sociedade Brasileira de Química e assessora da Pró-Reitoria de Pesquisa de 2008 até 2010. Foi membro assessor do CA-QU, do CNPq, de 2008 a 2010. Em 2009, foi eleita Fellow da Royal Society of Chemistry, no Reino Unido. É membro do corpo editorial de vários periódicos de sua área de atuação, entre esses Natural Products Report e Journal of Natural Products. É membro da Academia Brasileira de Ciências e foi recentemente eleita para Academia Paulista de Ciências.

Atualmente, é membro da coordenação do programa BIOprospecTA, do Biota-FAPESP, diretora da Agência de Inovação da Unesp, coordenadora do Núcleo de Bioensaio, Biossíntese e Ecofisiologia de Produtos Naturais do IQ-Ar (NuBBE), pesquisadora 1A do CNPq e membro do Conselho Deliberativo do CNPq, por um mandato de dois anos, a partir de 2011. Foi ainda membro do Conselho Consultivo da Sociedade Brasileira de Química (2012-2014).

Desenvolve pesquisa em química de produtos naturais com ênfase para a busca de substâncias bioativas, peptídeos de plantas, biossíntese de alcaloides piperidínicos e química medicinal de produtos naturais.

Pesquisadores

Alessandra Bizerra é docente do Departamento de Zoologia do Instituto de Biociências da USP e coordenadora do grupo de pesquisa Choices (Culture and Historicity in Out-of-School Innovation for Communication and Education in Science). Orienta pelos Programas de Pós-graduação em Educação (USP) e Interunidades em Ensino de Ciências (USP).

Alexander Turra é professor titular do IOUSP (Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo) e coordenador da Cátedra Unesco para a Sustentabilidade do Oceano.

Alice Dantas Brites é bióloga, mestre e doutora em ciência ambiental pela USP (Universidade de São Paulo). É pesquisadora de pós-doutorado no Projeto Biota Fapesp sobre o Código Florestal em São Paulo e no Geolab, na Esaql-USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da USP).

Amy Y. Vittor é médica e professora doutora na Division of Infectious Diseases and Global Medicine, Department of Medicine, College of Medicine, University of Florida, Gainesville, FL, USA. Email: Amy.Vittor@medicine.ufl.edu

Andrea Larissa Boesing é bióloga, mestre em zoologia pela UEL (Universidade Estadual de Londrina) e doutora em ecologia pela USP (Universidade de Sao Paulo). É pesquisadora no Departamento de Ecologia do Instituto de Biociências da USP e da Universidade de Wageningen, na Holanda, investigando quais aspectos da paisagem são responsáveis pela manutenção da biodiversidade em áreas agrícolas e quais os efeitos na provisão do controle de pragas. Participou do Diagnóstico Brasileiro de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos da BPBES. Em 2017 recebeu o titulo de melhor tese do Departamento de Ecologia da USP e foi indicada aos Prêmios USP e Capes de teses.

Ariadne Fares Sabbag é bióloga pela UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), mestre em biologia animal pela Unesp (Universidade Estadual Paulista) em São José do Rio Preto e doutora em zoologia pela Unesp de Rio Claro. Desenvolve pesquisas com anfíbios anuros, especificamente nas áreas de especiação, sistemática filogenética e filogeografia.

Camila Alvez Islas é bióloga pela Universidade Federal de Pelotas e mestra e doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Ecologia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Trabalha atualmente no Instituto Internacional para a Sustentabilidade (IIS) no Rio de Janeiro.Também é jovem pesquisadora (fellow) da Avaliação sobre o Uso Sustentável de Espécies Selvagens da IPBES (Plataforma Intergovernamental de Ciência e Política sobre a Biodiversidade e os Serviços Ecossistêmicos (IPBES). Tem experiência nas áreas de gestão de recursos naturais e de ecologia, manejo e conservação da biodiversidade (sobretudo da fauna silvestre) e dos serviços ecossistêmicos. Em especial, aborda os efeitos da presença e da ação humana sobre comunidades e ecossistemas, a partir da perspectiva dos sistemas socioecológicos, integrando o conhecimento ecológico tradicional e local e métodos participativos. Atuou em projetos de pesquisa, ensino e extensão nacionais e internacionais e teve experiências no exterior (Imperial College London e Universidad Autônoma de Barcelona).

Camila Hohlenwerger é bióloga pela UFBA (Universidade Federal da Bahia), mestre e doutoranda em ecologia pela USP (Universidade de São Paulo) e aluna visitante na University of Southampton, no Reino Unido. Sua pesquisa busca compreender como características de paisagens agrícolas em áreas de Mata Atlântica influenciam as relações entre biodiversidade, serviços ecossistêmicos e produtividade agrícola.

Camila Martins é consultora em espaços de educação não formal, com experiência na construção participativa de práticas educativas em zoológicos e aquários. Atuou como coordenadora de setores educativos de importantes zoológicos brasileiros como Fundação Parque Zoológico de São Paulo (SP) e Parque das Aves (PR). Possui mestrado em conservação da Fauna (UFSCar/FPZSP) e doutorado em ensino de ciências (Programa Interunidades em Ensino de Ciências/USP).

Carla Martins Lopes é bióloga pela UEL (Universidade Estadual de Londrina) e mestre e doutora em genética e biologia molecular pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Atualmente é bolsista Fapesp de pós-doutorado na Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Rio Claro, sob supervisão do professor Célio Haddad, desenvolvendo e aplicando técnicas de DNA ambiental para o monitoramento de anfíbios com problemas de conservação.

Célio Haddad é biólogo, doutor em ecologia pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e professor titular de vertebrados pela Unesp (Universidade Estadual Paulista) em Rio Claro. Foi coordenador do Programa Biota-FAPESP e atualmente é coordenador de biologia da Fapesp. É membro da Academia de Ciências do Estado de São Paulo e da Academia Brasileira de Ciências.

Cinthia Silva possui graduação em ciências biológicas pela UNESP e mestrado em biologia vegetal pela UNICAMP. Atualmente é aluna de doutorado no Programa de Pós graduação em Biologia Vegetal/UNICAMP e professora de biologia no Centro Paula Souza.

Cristina Antunes é bióloga e doutora em ecologia pela Universidade Estadual de Campinas. Atualmente é pesquisadora do Centre for Ecology, Evolution and Environmental Changes (cE3c), em Lisboa, Portugal. Atua na área da ecologia vegetal, com foco no estudo de respostas ecofisiológicas das plantas a variações da água subterrânea. Sua pesquisa pretende compreender o impacto de secas hidrológicas na vegetação, em ecossistemas que sofrem atualmente grande pressão climática e antropogênica.

Délio Pontes Baêta da Costa é biólogo pela Ufop (Universidade Federal de Ouro Preto) e mestre e doutor em zoologia pelo Museu Nacional da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). É pesquisador associado ao Laboratório de Herpetologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista) em Rio Claro e ao Departamento de Vertebrados do Museu Nacional. Desenvolve pesquisas com sistemática, taxonomia e evolução de anuros neotropicais.

Gabriel Zorello Laporta é biólogo e pesquisador científico no Setor de Pós-graduação, Pesquisa e Inovação da FMABC (Centro Universitário Saúde ABC) da Fundação do ABC, em Santo André (SP).

Gerd Sparovek é professor titular no Departamento de Ciência do Solo da Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo) e presidente da Fundação Florestal do Estado de São Paulo. É coordenador do Geolab, na Esalq-USP, e do Projeto Biota Fapesp sobre o Código Florestal em São Paulo.

José Wagner Ribeiro Junior é biólogo pela Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo), em Piracicaba, mestre em ecologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia e doutor em ecologia e biodiversidade pela Unesp (Universidade Estadual Paulista) em Rio Claro. Atualmente é bolsista Fapesp de pós-doutorado na Unesp sob a supervisão do professor Célio Haddad, desenvolvendo pesquisas com ecologia de anfíbios e investigação do efeito da desconexão de habitats sobre a microbiota cutânea de anuros.

Kaleb Pretto Gatto é biólogo pela UPF (Universidade de Passo Fundo) e mestre e doutor em biologia celular e estrutural pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Atualmente é bolsista Fapesp de pós-doutorado na Unesp (Universidade Estadual Paulista) em Rio Claro, sob a supervisão do professor Célio Haddad. Desenvolve pesquisas em evolução cromossômica e de DNA repetitivo em anuros.

Kaline de Mello é bióloga, mestre em diversidade biológica e conservação pela UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) e doutora em ciências pela Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo). É pesquisadora de pós-doutorado no Projeto Biota Fapesp sobre o Código Florestal em São Paulo e no Laboratório de Ecologia de Paisagens e Conservação no IB-USP (Instituto de Biociências da USP).

Marcelo Kei Sato é biólogo, mestre em ensino de ciências, professor de ciências e produtor de mídia audiovisual voltada para o ensino e a divulgação científica. Atua academicamente na interface entre os conhecimentos científicos com os estudos da educação, comunicação e da arte. Fora do mundo acadêmico é fotógrafo, roteirista, editor e podcaster integrante da equipe do “Alô, Ciência?”.

Maria Anice Mureb Sallum é bióloga e professora titular no Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil. Email: masallum@usp.br

Mariana Bissoli é graduada em Ciências Biológicas pela Unesp de Rio Claro, com mestrado em Zoologia pela mesma universidade e doutorado em Biologia Comparada, pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (FFCLRP-USP). Pesquisa a biologia e ecologia de peixes de água doce do Brasil.

Mariana Lúcio Lyra é bióloga pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e doutora em genética e biologia molecular pela mesma instituição. Pesquisadora associada ao Laboratório de Herpetologia da Unesp em Rio Claro, desenvolve pesquisa envolvendo o uso de DNA barcodes, diversidade genética, evolução e conservação de anfíbios anuros.

Marilia Valli é bolsista de pós-doutorado no IFSC-USP (Instituto de Física de São Carlos) e tem interesse de pesquisa nas áreas de química medicinal, química orgânica, produtos naturais, planejamento de compostos bioativos e bases de dados. É coautora de 19 trabalhos científicos e cinco capítulos de livros, e foi palestrante em conferências nacionais e internacionais. É vice-coordenadora do comitê de Jovens Pesquisadores da JP-SBQ (Sociedade Brasileira de Química) e membro ativo da IYCN-IUPAC (International Younger Chemists Network).

Meyrecler Aglair de Oliveira Padilha é graduada em biologia pela UFAC (Universidade Federal do Acre) e mestre em ciências da saúde no FMABC (Centro Universitário Saúde ABC). Tem atuação na área de docência em nível médio e superior na cidade de Cruzeiro do Sul, no Acre.

Norberto Peporine Lopes é graduado em ciências farmacêuticas pela USP (Universidade de São Paulo) de Ribeirão Preto, obteve seu mestrado e seu doutorado na USP e seu pós-doutoramento em Cambridge, no Reino Unido. Atualmente é membro titular da Academia Brasileira de Ciências e professor titular em química orgânica do Departamento de Ciências Biomoleculares da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, na USP. Foi presidente da Sociedade Brasileira de Química e laureado com o Prêmio Jeremy Knowles 2020 da Royal Society of Chemistry.

Patricia Ruggiero é bióloga, mestre e doutora em ecologia pelo Departamento de Ecologia da Universidade de São Paulo (IB/USP). Tem especialização em Política e Relações Internacionais pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) e foi pesquisadora visitante na Sanford School of Public Policy da Duke University, EUA. Entre o mestrado e o doutorado, trabalhou 14 anos na área ambiental, nos setores privado, governamental e no terceiro setor. Atualmente, é pesquisadora pós-doutoranda no Departamento de Economia da Universidade de São Paulo (FEA/USP) investigando o efeito de políticas públicas e dos ciclos eleitorais sobre a vegetação nativa brasileira.

Paula Ribeiro Prist é bióloga, doutora em ecologia pela USP (Universidade de São Paulo) e consultora técnica da Organização Pan-Americana da Saúde da Organização Mundial da Saúde.

Paulo André Tavares é biólogo, doutorando direto em solos e nutrição de plantas pela Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo) e pesquisador do Projeto Biota Fapesp sobre o Código Florestal em São Paulo.

Pércia Paiva Barbosa tem graduação em ciências biológicas pela UFMG, mestrado em ensino de ciências pela USP e doutorado em ciências pela mesma universidade. Atuou como educadora no Laboratório de Licenciatura do Instituto de Biociências da USP, como formadora de professores da Prefeitura de São Paulo e como formadora de professores em cursos de pós-graduação voltados para a docência no ensino superior. Atualmente, é coordenadora de um programa de pré-iniciação científica desenvolvido em uma escola privada da cidade de São Paulo.

Rafael Flora Ramos é biólogo pela UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), mestre e doutorando em ecologia pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Em seu projeto de pesquisa investiga a dinâmica da vegetação e os estoques de carbono em florestas maduras e em regeneração da Mata Atlântica. Já atuou na educação formal e não-formal e atualmente é analista ambiental no setor privado.

Ricardo Macedo Corrêa e Castro é professor titular de biologia da Universidade de São Paulo de Ribeirão Preto. Ictiólogo e coordenador executivo-científico do Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas Ameaçados de Extinção da Mata Atlântica do ICMBio/Cepta.

Simone Aparecida Vieira é pesquisadora de ecologia do Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais (NEPAM) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), membro da coordenação do Programa BIOTA da FAPESP. É doutora em ciências pelo Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA) da Universidade de São Paulo (USP) e seu trabalho tem como foco o funcionamento de ecossistemas tropicais, em especial a dinâmica de Carbono e Nitrogênio frente às mudanças climáticas na Mata Atlântica e Amazônia.

Suzana Ursi é docente do Departamento de Botânica do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo e, atualmente, vice-diretora do Parque CienTec-USP. Coordena o BotEd - Grupo de Pesquisa Botânica na Educação, cujas principais linhas são formação de professores e percepção ambiental.

Thiago Ribeiro de Carvalho é biólogo pela UFU (Universidade Federal de Uberlândia) e mestre e doutor em biologia comparada pela USP (Universidade de São Paulo) em Ribeirão Preto. Atualmente é bolsista Fapesp de pós-doutorado na Unesp (Universidade Estadual Paulista) em Rio Claro sob a supervisão do professor Célio Haddad. Desenvolve pesquisa focada na diversidade e na evolução das vocalizações e do aparato vocal em anuros leptodactilídeos. Paralelamente, atua em estudos de taxonomia e sistemática desse grupo de anuros.

Thomas Lewinsohn é biólogo pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e doutor em ciências pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), onde é professor titular (aposentado) de ecologia. Desde 1990, participa de grandes programas sobre diversidade no Brasil e no exterior. Recentemente, foi pesquisador da Fundação Rockefeller na Itália e do Instituto de Estudos Avançados de Berlim, na Alemanha.

Parceiros

AfroBiotaBPBESBrazil LAB Princeton UniversityCátedra Josuê de CastroCENERGIA/COPPE/UFRJCEM - Cepid/FAPESPCPTEClimate Policy InitiativeGEMAADRCLAS - HarvardIEPSJ-PalLAUT